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  • Indicação e comunidades próprias ajudam empresas digitais a reduzir custo de aquisição

    Indicação e comunidades próprias ajudam empresas digitais a reduzir custo de aquisição

    Com o custo de aquisição de clientes em alta, empresas digitais estão reforçando programas de indicação e comunidades próprias para depender menos de tráfego pago. A lógica é simples: quando um cliente recomenda a marca, ele sinaliza que teve uma boa experiência e ajuda a trazer novos compradores com menor custo.

    Gamificação para acelerar engajamento

    A TMB, fintech voltada a infoprodutores, criou uma Copa de Indicações para movimentar parceiros e ampliar o uso do programa. A ação usou gamificação e ofereceu uma viagem para a Copa do Mundo como prêmio.

    No primeiro mês, cada venda indicada valia um ponto. Na fase seguinte, a pontuação dobrou e apenas os dez primeiros seguiram na disputa. A empresa usou a mecânica para reconhecer quem mais ajudava a expandir o ecossistema.

    Comunidade como motor de aquisição

    Segundo Reinaldo Boesso, CEO da TMB, programas de indicação passaram a fazer parte relevante do crescimento das empresas porque reduzem a necessidade de mídia paga e ajudam a sustentar a expansão.

    Na visão da companhia, a estratégia também fortalece o propósito de democratizar o acesso ao conhecimento, já que cada cliente que indica outro acaba contribuindo para que mais negócios cresçam. Nesse modelo, a comunidade deixa de ser apenas audiência e passa a atuar como promotora da marca.

  • Cursos gratuitos de comunicação e marketing digital chegam ao Guará com carreta-escola

    Cursos gratuitos de comunicação e marketing digital chegam ao Guará com carreta-escola

    Moradores do Guará passam a ter acesso, a partir de 8 de setembro, a cursos gratuitos nas áreas de comunicação, audiovisual e marketing digital. A ação integra o projeto CriAtiva – Comunicação, Cultura e Audiovisual, que leva uma carreta adaptada para funcionar como sala de aula em diferentes regiões do Distrito Federal.

    O que será oferecido na carreta

    Entre as atividades previstas estão oficinas de gerenciamento de redes sociais, tráfego pago e estratégias digitais, fotografia digital e produção audiovisual. A proposta é combinar formação técnica e prática em áreas ligadas ao mercado de trabalho e à economia criativa.

    Como funciona a programação no Guará

    No Guará, a estrutura ficará na QE 25, Área Especial, em frente à Administração Regional, até 5 de outubro. As aulas ocorrerão em horários diferentes, para facilitar a participação de estudantes, trabalhadores e outras pessoas interessadas em conciliar os cursos com a rotina.

    Quem pode participar

    A programação é voltada para jovens e adultos a partir de 16 anos. Além da qualificação profissional, a iniciativa também atende quem busca ferramentas para projetos próprios, iniciativas culturais e pequenos negócios.

    Próximas paradas do projeto

    O CriAtiva começou o circuito em São Sebastião, onde permanece até 4 de setembro. Depois do Guará, a carreta segue para Ceilândia, entre 8 de outubro e 6 de novembro, e encerra o percurso em Samambaia, de 9 de novembro a 8 de dezembro.

  • Social commerce muda a régua e expõe o que vende

    Social commerce muda a régua e expõe o que vende

    O social commerce está forçando marcas a olhar além de alcance, curtidas e comentários. Quando a venda entra na equação, métricas de audiência deixam de ser suficientes sozinhas e passam a dividir espaço com sinais mais próximos do caixa: dúvidas, interesse por produto, abandono de carrinho e conversão durante a transmissão.

    Engajamento continua valendo, mas perdeu a exclusividade

    Para Evelyn, a audiência segue importante porque marca presença e amplia o topo do funil. A diferença é que, em operações com venda embarcada, a leitura precisa avançar para o que o público fez depois do contato com o conteúdo.

    Um volume alto de comentários, por exemplo, não diz tudo. O que importa passa a ser o tipo de pergunta feita, o momento em que a compra aconteceu, qual item chamou atenção e como a live ou o post interferiu na jornada.

    Os números mostram a mudança no Brasil

    Depois de um ano da chegada do TikTok Shop ao país, o GMV médio diário da plataforma cresceu 102 vezes. No mesmo período, a média de criadores afiliados ativos que fizeram ao menos uma venda por dia avançou 46 vezes.

    • 57,8% dos usuários ouvidos em pesquisa da plataforma disseram concluir compras no TikTok Shop depois de descobrir um produto no próprio TikTok.
    • 85% dos consumidores digitais nas capitais fizeram ao menos uma compra online nos últimos 12 meses, segundo CNDL e SPC Brasil.
    • O levantamento estima 139 milhões de compradores online no país, 20 milhões a mais que no ano anterior.
    • A fatia dos que compraram no último mês subiu de 54% para 66%.

    Lives viram laboratório de conversão

    A Natura fez 52 mil lives ao longo de 2025, com 60% delas conduzidas pelas próprias consultoras. As transmissões somaram mais de 32 milhões de impressões e tiveram taxa de engajamento três vezes maior do que a de outros creators, segundo dados divulgados pelo TikTok.

    Em uma live de 12 horas na Black Friday, a empresa registrou aumento de 228% na conversão de clientes que estavam abandonando o carrinho.

    O que o social commerce passa a revelar

    O modelo permite enxergar efeitos que costumam ficar escondidos quando conteúdo e venda estão separados. Uma demonstração pode gerar pico de pedidos. Uma dúvida repetida pode sinalizar atrito de conversão. Um creator com audiência menor pode vender melhor para uma comunidade específica.

    Até a ordem de exibição dos produtos durante uma transmissão pode alterar o resultado, o que coloca a operação de conteúdo sob uma régua mais próxima de performance comercial.

  • Cannes Lions acende alerta sobre limites de cliques e leads para medir marketing

    Cannes Lions acende alerta sobre limites de cliques e leads para medir marketing

    O debate puxado pelo Official Cannes Lions Wrap-Up 2026 coloca em dúvida o uso isolado de cliques, custo por lead e tempo de permanência como prova suficiente de impacto de marca.

    A discussão não elimina a utilidade dessas métricas. Elas continuam úteis para entender comportamento e ajustar campanhas, mas perdem força quando viram a única régua de sucesso.

    Performance sem construção de marca vira métrica de curto prazo

    O ponto central levantado em Cannes Lions é que um clique não significa relação com a marca, e um bom nível de engagement nas redes também não garante notoriedade, confiança ou preferência.

    Com a pressão crescente por resultados, KPIs fáceis de acompanhar ganharam espaço porque são simples de comparar e apresentar. O problema aparece quando passam a orientar decisões que deveriam considerar também valor de longo prazo.

    O que a discussão coloca na mesa

    Em vez de opor branding e performance, a proposta é buscar equilíbrio entre os dois. A pergunta prática não é se a marca deve abandonar dados, mas se os indicadores escolhidos estão medindo o que realmente importa.

    Quando a régua privilegia apenas resultado imediato, a tendência é premiar ações que geram volume, mas não necessariamente relação duradoura com o consumidor.

  • GEO vira prioridade no marketing digital com a ascensão das buscas com IA

    GEO vira prioridade no marketing digital com a ascensão das buscas com IA

    A busca online está mudando mais rápido do que muitas marcas conseguem ajustar suas estratégias. Dados citados pelo Pew Research Center indicam que, quando o Google exibe um resumo gerado por inteligência artificial, o usuário clica menos em links tradicionais — e isso reposiciona o GEO (Generative Engine Optimization) como foco de 2026.

    Para Fabio Ricotta, CEO da Agência Mestre, a mudança obriga as marcas a competirem por presença dentro da resposta, e não apenas por ranking. Ele resume esse movimento assim: “Esse dado mostra o problema! Se o usuário para de clicar quando existe um resumo de IA, a marca precisa deixar de disputar apenas a posição no ranking e passar a disputar a citação dentro da resposta. É uma mudança de jogo, não um ajuste de rota”.

    O clique caiu quando a IA entrou na página

    Segundo o levantamento, cerca de 58% dos entrevistados fizeram ao menos uma busca no Google naquele mês que gerou um resumo de IA. Entre quem viu esse tipo de resposta, o clique em um link tradicional caiu para 8% das visitas. Quando não havia resumo de IA, esse índice chegou a 15%.

    O estudo também mostra que buscas mais longas, com perguntas completas ou dez palavras ou mais, têm mais chance de ativar o recurso. Entre as fontes mais citadas aparecem Wikipédia, YouTube e Reddit, tanto nos resumos de IA quanto nos resultados tradicionais. Sites governamentais ganham mais peso dentro dos resumos gerados por IA.

    Por que o GEO ganhou espaço tão rápido

    Ricotta afirma que empresas que começaram a testar GEO em 2025 já observam ganhos iniciais de visibilidade. Para ele, a velocidade da mudança explica a urgência do mercado em adaptar conteúdo, estrutura e presença digital para respostas geradas por IA.

    O ponto central é claro: com menos cliques saindo da SERP quando há resumo de IA, a disputa deixa de ser só por posição orgânica e passa a incluir a chance de ser citado no próprio resultado gerado pela inteligência artificial.

  • O que é Growth Hacking? Guia completo para iniciantes

    O que é Growth Hacking? Guia completo para iniciantes

    O que é Growth Hacking?

    Growth Hacking é um conjunto de estratégias voltadas para o crescimento acelerado de empresas, produtos ou serviços. Criado por Sean Ellis em 2010, esse conceito se baseia em experimentação, análise de dados e otimização constante para maximizar resultados com o menor investimento possível.

    Como surgiu o Growth Hacking?

    O termo “Growth Hacking” foi cunhado por Sean Ellis ao perceber que o marketing tradicional não atendia às necessidades das startups em crescimento. Empresas como Dropbox, Airbnb e Hotmail utilizaram técnicas de Growth Hacking para escalar rapidamente, alcançando milhões de usuários sem grandes investimentos em publicidade.

    Princípios do Growth Hacking

    Para entender melhor essa estratégia, é essencial conhecer seus principais pilares:

    1. Foco no crescimento

    Diferente do marketing tradicional, o Growth Hacking tem como principal objetivo a aquisição, retenção e engajamento de usuários de forma escalável.

    2. Experimentação contínua

    Growth Hackers testam hipóteses regularmente para encontrar as melhores abordagens para escalar um negócio.

    3. Análise baseada em dados

    Cada estratégia de crescimento é metrificada, analisada e otimizada para garantir o melhor retorno sobre investimento (ROI).

    Como aplicar Growth Hacking na prática?

    1. Definição do funil AARRR

    Também conhecido como “Pirate Metrics”, o funil AARRR (Aquisição, Ativação, Retenção, Receita e Recomendação) é um framework essencial para estruturar estratégias de Growth Hacking:

    • Aquisição: Como atrair novos usuários?
    • Ativação: Como garantir que eles interajam com o produto/serviço?
    • Retenção: Como manter esses usuários engajados?
    • Receita: Como monetizar esses usuários?
    • Recomendação: Como incentivar os usuários a indicarem outros?

    2. Uso de testes A/B

    Otimizar landing pages, e-mails, anúncios e conteúdos através de testes A/B é fundamental para entender quais abordagens geram mais conversões.

    3. Automação e personalização

    Ferramentas de automação permitem segmentar usuários e personalizar mensagens, aumentando a taxa de conversão e engajamento.

    4. Técnicas virais

    Criar estratégias de compartilhamento e viralização, como programas de indicação e gatilhos emocionais, pode acelerar o crescimento exponencialmente.

    Exemplos de Growth Hacking

    • Dropbox: Criou um sistema de indicação que oferecia espaço extra para usuários que trouxessem novos cadastros.
    • Hotmail: Incluiu uma assinatura nos e-mails enviados com a frase “P.S. Eu te amo. Experimente o Hotmail gratuitamente.”
    • Airbnb: Utilizou o Craigslist para aumentar sua base de usuários através de cross-posting de anúncios.

    Ferramentas essenciais para Growth Hacking

    • Google Analytics (Métricas e análise de tráfego)
    • Hotjar (Mapas de calor e comportamento do usuário)
    • SEMrush (SEO e análise de concorrência)
    • Zapier (Automação de processos)
    • Optimizely (Testes A/B)
    • HubSpot (CRM e automação de marketing)

    Growth Hacking para diferentes tipos de negócios

    1. Startups

    Startups podem utilizar Growth Hacking para validar seu modelo de negócio rapidamente e escalar sem precisar de grandes investimentos.

    2. E-commerce

    Táticas como remarketing, personalização de ofertas e estratégias de retenção podem aumentar as vendas e a fidelização de clientes.

    3. Negócios locais

    Negócios físicos podem aplicar técnicas como SEO local, programas de fidelidade e campanhas virais para atrair mais clientes.

    Conclusão

    Growth Hacking é uma abordagem essencial para empresas que desejam crescer de forma rápida e eficiente. Com base em experimentação, análise de dados e automação, essa estratégia permite maximizar os resultados sem grandes investimentos.

    Se você quer implementar Growth Hacking no seu negócio, comece agora aplicando os princípios apresentados neste guia e veja seus resultados escalarem!

  • Olá, mundo!

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